Brythunia

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A fronteira da Britúnia é delimitada pelos Montes Graskaal ao norte, delimitando a fronteira com Hiperbórea; as Montanhas Kezankianas a leste, separando das estepes que levam a Turan; o Rio Amarelo a oeste, que marca a fronteira com a Nemédia; e os contrafortes das Montanhas Karpash ao sul, fronteira com Corinthia e Zamora.

A Brítunia é dividada em três regiões bem diferentes.

O norte da Britúnia é frio e árido. Uma quantidade considerável de neve todo ano, principalmente nas escarpas dos Montes Graskaals, ocupadas por florestas de pinheiros. Ali os habitantes vivem da caça.

No oeste, o salobro Rio Amarelo, que nasce no Grande Pântano Salgado do Reino da Fronteira, torna grande parte do oeste da Britúnia inabitável.

Entretanto, nas planícies centrais, onde mora a maioria da população, caí uma grande quantidade de chuva todos os anos, principalmente no final do verão e no outono. As terras das planícies são férteis e a agricultura alimenta a maioria dos britunianos. Essas terras são bem irrigadas por rios que nascem nas montanhas do nordeste, e abrigam diversos feudos pequenos.

As planícies foram divididas em pequenos feudos e cidades, todas elas devendo fidelidade (muitas vezes ignorada) ao rei da Britúnia.

Comércio e inimigos

A antiga rota de comércio com Zamora, criada ainda no tempo dos Zhemri, permitiu que essa região do reino conhecesse prosperidade. Além disso, afastada da fronteira com os hiperbóreos e cimérios, a Britúnia conheceu um longo período de paz, o que levou a uma decadência militar que agora cobra seu preço.

O Reino da Britúnia é fraco. A autoridade do rei não se estende muito além da capital. E os nobres são incapazes de se unir. Não existem grandes cidades. Seus vizinhos são militarmente mais poderosos e o reino é incapaz de se defender.

As fronteiras britunianas no sul e no oeste são mal protegidas, e grande parte da “Britúnia” é reclamada (mas não ocupada) pela Nemédia, Corínthia e Zamora. O Império Turaniano é uma ameaça constante no oeste.

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Por sua vez, ao norte, os hiperbóreos atacam a Britúnia em busca de escravos, principalmente nas vilas mais afastadas. As mulheres britunianas são especialmente apreciadas como escravas. Seus cabelos loiros são considerados um atrativo especial em Turan e lá elas são vendidas por seu peso em ouro.

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